La conferencia más prestigiosa sobre Bitcoin y Blockchain ...

Conferência Bitcoin 2013: The Future of Payments May 17-19, 2013 - San Jose, CA

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🟡1ª-Parte da Conferência Charoma 09/09/20 José Emídio Trecho da Carreira e Ensinamentos Diamante - Dicas sobre Bitcoin - Ganhe rápido

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My Hash - Primeira conferência OFICIAL no Brasil, HOJE às 20h00 Myhash - Dicas sobre Bitcoin - mais rápido rápido

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Fusão de Comércio Eletrônico e Comércio Bitcoin é Tema de Conferência na China

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Esse final de semana acontece a primeira conferência nacional de Bitcoin.

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Rio de Janeiro recebe maior conferência de Bitcoin na América Latina - R7

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Rio de Janeiro recebe maior conferência de Bitcoin na América Latina
R7
Alguns dos principais temas abordados nas palestras são o impacto social da moeda, que se tornou um fenômeno mundial, as novas tecnologias da chamada bitcoin 2.0 e a criação de novos empreendimentos a partir desse tipo de moeda. O evento é ...

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I BitConf | Primeira Bitcoin Conferência em Florianopolis

No dia 8 de março, sábado, Florianópolis sediará a primeira BitConf – Bitcoin Conference – organizada pela comunidade Bitcoin Brasil no Facebook, sites Koins.me e** Nerdices.com.br** e com o apoio de outros sites e fan pages, como Brasil Bitcoin e Bitcoin News.
Na edição deste ano da Campus Party, maior evento de tecnologia do Brasil e que acontece anualmente em São Paulo, foram realizados dois debates sobre Bitcoin, com a presença dos CEOs do Mercado Bitcoin e Bitcoin To You, Rodrigo Batista e Andre Horta, do empreendedor e CEO da Boo-Box, Marco Gomes e da analista de mercado Maila Manzur, mediados pelo administrador da comunidade Bitcoin Brasil, Wladimir Crippa.
Estes debates deixaram claro que há muitas pessoas e empresas interessadas em saber mais sobre o Bitcoin e como usar a moeda no dia-a-dia. Por isso, surgiu esta iniciativa de realizar a I BitConf. A conferência contará com a presença de especialistas em moedas digitais, economistas, entusiastas, empreendedores, proprietários de exchanges.
O Bitcoin é uma moeda digital, não é vinculada a nenhum banco, empresa ou governo. A própria rede de usuários mantém o sistema funcionando e gera novas moedas, em um processo chamado de "mineração".
O evento é voltado para todos os públicos, desde o iniciante que não tem ideia do que é o Bitcoin até usuários experientes e que acompanham a moeda desde seu surgimento, há 5 anos.
Quem participar da BitConf poderá também ver em funcionamento um caixa eletrônica que opera com Bitcoin (foto anexa). Nele, o usuário insere notas de reais e ele, instantaneamente, calcula o valor do Bitcoin e deposita na carteira virtual do cliente. A BitConf ocorrerá no hotel Castelmar, situado em privilegiada região da capital catarinense, com uma maravilhosa vista para o oceano e a ponte Hercílio Luz. As inscrições podem ser feitas no site www.koins.me/bitconf
No valor da inscrição – R$ 180,00 ou 0,1 Bitcoin – já está incluso coffe break, almoço e jantar.
Programação da I BitConf – Bitcoin Conference Brasil
A BitConf contará com a presença de palestrantes de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Confira:
9h – abertura
9:30h – mesa: o que é o Bitcoin?
Debatedores
12h – intervalo para o almoço
14h – mesa: situação atual do Bitcoin no Brasil e no mundo
debatedores
16h – coffe break
16:30 – mesa: aspectos legais e fiscais do Bitcoin
debatedores
19h – jantar
20h – mesa: oportunidade de negócios com Bitcoin
debatedores
22:30h – encerramento
Debatedores
Andre Horta (Belo Horizonte): CEO da startup BitcoinToYou, criou em julho/2013 a plataforma para compra e venda de Bitcoins no Brasil (www.bitcointoyou.com), atualmente com mais 3000 clientes cadastrados, negociando acima de 1 milhão de reais ao mês em Bitcoin. Gerenciou projetos para multinacionais como: Fiat, Ford, Usiminas, Gerdau, Vale, Banco Bonsucesso e IbiCred dentre outra. Apaixonado por tecnologia!
Fernando Ulrich (Porto Alegre): É mestre em Economia da Escola Austríaca, com experiência mundial na indústria de elevadores e nos mercados financeiro e imobiliário brasileiros. É conselheiro do Instituto Mises Brasil, estudioso de teoria monetária, entusiasta de moedas digitais, e mantém um blog no portal InfoMoney chamado “Moeda na era digital”.
Paulo Geyer (Florianópolis): Programador autônomo, ativista de software livre e cypherpunk. Participa de projetos como o Catarse, Mailpile, Bitcoin e cjdns. Membro do Tarrafa Hacker Clube, e fundador do Wifinópolis (Rede Mesh municipal em Florianópolis). É também membro vitalício da Bitcoin Foundation.
Leandro Markus (Rio de Janeiro): Consultor tributário e empreendedor contábil com experiência nos seguintes players: Walmart, Lojas Americanas, Neoenergia, Petrobras, Águas do Brasil entre outras. Apaixonado por startups e tecnologia.
Gabriel Rhama (São Paulo):Gabriel Rhama é Motion Designer, graduado pela Escola Panamericana de Arte e Design, Professor de Direção de Arte na Studio Motion e colorista na Capsule Color. Um dos responsáveis pela criação da p2poolbrasil.org, a primeira p2pool brasileira com suporte a mais de 6 altcoins. Passa seu tempo pesquisando sobre criptomoedas e tudo o que envolve o universo Bitcoin! E fazendo o que mais gosta que é a sua paixão pelo design!
Rodrigo Batista (São Paulo): CEO do MercadoBitcoin.com.br, a maior empresa de Bitcoins da América Latina. É formado em computação pelo IFSP, Administração de Empresas pela USP e é pós graduando em Engenharia Financeira pela USP. Antes de empreender trabalhou em instituições financeiras como Morgan Stanley, Itaú BBA e Socopa corretora.
Jaison Carvalho (Joinville): Nerd Invicto (jamais foi para o Lado Negro da força), Bacharel em sistemas de informação e trabalha com tecnologia a 15 anos. Fundou uma empresa onde desenvolveu uma solução de software especialista para indústrias, vendeu a mesma e ficou rico. Agora é um entusiasta das criptomoedas e organizou o primeiro encontro de Bitcoins em Joinville. Nas horas vagas é um marido perfeito, pai babão e presta consultoria em ERP.
Marco Gomes (São Paulo): fundador da Boo-Box; co-fundador do MOVA+;Consiglieri do Grupo Jovem Nerd; ganhador ano passado do World Technology Awards como melhor profissional de marketing do mundo.
Tony Fontoura (EUA): Ph.D. Programador, empresário, visionário. Mora nos Estados Unidos desde 1998. Fundou o maior portal brasileiro no exterior, TioSam.com em 1999. Em 2006 fundou a TV Brasil Internacional, a primeira emissora brasileira no exterior. Criador e idealizador do HashDollar, a primeira cryptomoeda com cotação estável.
Bernardo Quintão: fundador da Grow | Investimentos, boutique financeira independente com 7 anos de mercado em Curitiba. É entusiasta das criptomoedas e fundador do BitWifi, uma startup que utiliza o protocolo Bitcoin em seu modelo de negócio. Além de ser investidor e mentor de startups, um dos fundadores da Rede C2i de Investidores-Anjo do Paraná e fundador do Bitcoin Meetup Curitiba.
Wladimir Crippa - organização - [email protected] - 48 8826 2192
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Florianópolis sediará a 3ª Conferência sobre Bitcoin - BR-Linux.org

Florianópolis sediará a 3ª Conferência sobre Bitcoin - BR-Linux.org submitted by felipelalli to oBitcoin [link] [comments]

Primeira Conferência Latino Americana Bitcoin

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Participe da 3ª Conferência brasileira sobre Bitcoin – III BitConf

Nos dias 18 e 19 de julho acontecerá em Florianópolis, Santa Catarina, a 3ª Conferência brasileira sobre Bitcoin – III BitConf.
Estarão reunidos na capital catarinense empreendedores, estudantes, programadores e entusiastas de criptomoedas.
A FoxBit​ é uma das maiores patrocinadoras do evento e por isso conseguiu um desconto de 20% na compra de ingressos. Para utilizar, basta acessar o site [www.bitconf.com.br](www.bitconf.com.br) e utilizar o código FOXBITnaBITCONF.
Teremos como palestrantes:
Não deixe de participar, nos vemos em Floripa :)
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FAKE NEWS (reportado p/ Revista EXAME e Jornal Estadao) - A renomada Universidade Stanford, nos EUA – teria mostrado que o uso associado da hidroxicloroquina e azitromicina teria sido capaz de curar pacientes com coronavírus.

Essa "estória" repercutida e reproduzida como se verdadeira, foi criada por um investidor em blockchain chamado James Todaro... Ah! Mais ainda, o Vale do Silício correu jundo. A WIRED que fornece acesso gratuito e ilimitado a histórias sobre a pandemia de coronavírus revela como um documento do Google compartilhado no Twitter não é o modo como a ciência geralmente é feita...
FONTES - LINKs: ao final do texto
"A CONVERSA SOBRE uma droga promissora para combater o Covid-19 começou, como costuma acontecer (mas na ciência não), no Twitter. Um investidor em blockchain chamado James Todaro twittou que um medicamento contra a malária de 85 anos chamado cloroquina era um tratamento potencial e preventivo contra a doença causada pelo novo coronavírus. Todaro vinculou a um documento do Google que ele havia escrito, explicando a idéia. Embora quase uma dúzia de medicamentos para o tratamento do coronavírus esteja em testes clínicos na China, apenas um - remdesivir, um antiviral que estava em testes contra o Ebola e o MERS do coronavírus - está em testes completos nos EUA. Nada foi aprovado pela Food and Drug Administration. Portanto, um medicamento promissor seria ótimo - e melhor ainda, a cloroquina não é nova. Seu uso remonta à Segunda Guerra Mundial e é derivado da casca da árvore chinchona, como o quinino, um antimalárico de séculos de idade. Isso significa que o medicamento agora é genérico e é relativamente barato. Os médicos entendem bem e podem prescrever o que quiserem, não apenas a malária. O tweet de Todaro recebeu milhares de curtidas. O mundo da engenharia / tecnologia pegou a ideia. O blog de leitura extensiva Stratechery vinculado ao documento do Todaro no Google; Ben Thompson, editor do blog, escreveu que estava "totalmente desqualificado para comentar", mas que as evidências anedóticas favoreciam a idéia. Ecoando o documento, Thompson escreveu que o documento foi escrito em consulta com a Stanford Medical School, a Universidade do Alabama na faculdade de medicina de Birmingham e os pesquisadores da Academia Nacional de Ciências - nada disso é exatamente verdade. (Mais sobre isso daqui a pouco.) Um dos co-autores de Todaro, um advogado chamado Gregory Rigano, foi à Fox News falar sobre o conceito. O CEO da Tesla e da SpaceX, Elon Musk, twittou sobre isso, citando um vídeo explicativo do YouTubede um médico que vem fazendo uma série de explicadores de coronavírus. Para ser justo, Musk não estava interessado na idéia de não ter mais dados, embora tenha escrito que havia recebido uma dose salva de vida de cloroquina para a malária. É a definição de "grande se verdadeiro". Parte da história do Covid-19, do coronavírus SARS-CoV-2, é que ela é nova . Os seres humanos não têm imunidade a isso. Não há vacina, nenhum medicamento aprovado para tratá-lo. Mas se um medicamento existia - se um medicamento barato e fácil pode evitar as piores complicações que requerem ventilação e às vezes fatais da infecção por coronavírus, ou talvez prevenir essa infecção em primeiro lugar, para que estamos isolando socialmente, como otários? Que se - como diz o ditado - está dando muito trabalho. A pandemia de Covid-19 está causando, razoavelmente, um surto mundial enquanto cientistas e formuladores de políticas correm para encontrar soluções, nem sempre com competência ou eficiência. É o tipo de coisa que irrita a mentalidade de engenheiro-disruptor. Certamente, esse deve ser um problema facilmente resolvido, que é principalmente culpa da burocracia, da regulamentação e de pessoas que não entendem a ciência. E talvez as duas primeiras coisas sejam verdadeiras. A terceira coisa, porém, é onde os riscos se escondem. O Vale do Silício homenageia pessoas que correm em direção a soluções e ignoram problemas; a ciência é projetada para encontrar soluções, identificando esses problemas. As duas abordagens geralmente são incompatíveis . O que aconteceu aqui, especificamente, é que Rigano procurou Todaro. O tweet de Todaro identificou Rigano como afiliado à Johns Hopkins; O perfil de Rigano no LinkedIn diz que ele está de licença de um programa de mestrado em bioinformática e foi consultor de um programa em Stanford chamado SPARK, que faz a descoberta de medicamentos translacionais - encontrando novos usos e pedidos de medicamentos aprovados. "Eu tenho uma experiência muito única na encruzilhada do direito e da ciência", diz Rigano. "Trabalho com grandes empresas farmacêuticas, universidades, biotecnologias e organizações sem fins lucrativos no desenvolvimento de medicamentos e produtos médicos". Ele diz que esses contatos o informaram sobre o uso de cloroquina contra o Covid-19 na China e na Coréia do Sul, então ele começou a ler sobre ele. (Johns Hopkins não retornou uma solicitação de comentário; um porta-voz dos e-mails da Stanford Medical School: “A Stanford Medicine, incluindo a SPARK, não esteve envolvida na criação do documento do Google, e solicitamos que o autor remova todas as referências a Além disso, Gregory Rigano não é consultor da Faculdade de Medicina de Stanford e ninguém em Stanford esteve envolvido no estudo. ”) Acontece que as pessoas lançam cloroquina como antiviral há anos. No início dos anos 90, os pesquisadores o propuseram como um complemento aos medicamentos inibidores da protease precoce para ajudar a tratar o HIV / AIDS. Uma equipe liderada por Stuart Nichol, chefe da Unidade de Patógenos Especiais dos Centros de Controle e Prevenção de Doenças, publicou um artigo em 2005 dizendo que a droga era eficaz contra células primatas infectadas com SARS, o primeiro grande coronavírus respiratório a afetar seres humanos. É um teste in vitro, não animais vivos - apenas células. Nichol não respondeu a um pedido de comentário, mas um porta-voz do CDC enviou um e-mail: “O CDC está ciente de relatos de vários medicamentos sendo administrados para tratamento ou profilaxia para o COVID-19, incluindo aqueles que demonstram atividade in vitro contra o SARS-CoV- 2. Neste momento, é importante garantir que dados clínicos robustos, coletados em ensaios clínicos, sejam obtidos rapidamente, a fim de tomar decisões clínicas informadas sobre o manejo de pacientes com COVID-19. ” Em uma conferência de imprensa da Organização Mundial da Saúde em fevereiro, um repórter do grupo de verificação de fatos Africa Check perguntou se a cloroquina era uma opção. Janet Diaz, chefe de atendimento clínico do Programa de Emergências da Organização Mundial da Saúde, respondeu que a OMS estava priorizando alguns outros medicamentos nos testes junto com o remdesivir e reconheceu que os pesquisadores chineses estavam trabalhando ainda mais. "Para a cloroquina, não há provas de que este seja um tratamento eficaz no momento", disse Diaz. "Recomendamos que a terapêutica seja testada em ensaios clínicos eticamente aprovados para mostrar eficácia e segurança". A cloroquina e uma versão alternativa chamada hidroxicloroquina parecem funcionar contra vírus, inibindo um processo chamado glicosilação, uma transformação química das proteínas na camada externa do vírus que faz parte do processo de infecção. Pesquisadores chineses iniciaram talvez meia dúzia de ensaios randomizados das duas versões em humanos e obtiveram pelo menos alguns dados iniciais promissores. Com esses dados em mente, um pesquisador francês de doenças infecciosas chamado Didier Raoult publicou uma rápida revisão dos estudos in vitro existentes de cloroquina e hidroxicloroquina e (junto com alguns outros pesquisadores ) recomendou não apenas aumentar a pesquisa em humanos, mas também começar a usar os medicamentos clinicamente. (Raoult não retornou um pedido de comentário, mas um publicitário do hospital em que trabalha enviou um link para um vídeo no qual Raoult apresenta dados que ele diz mostrar eficácia em um pequeno grupo de humanos reais. Esses dados não foram publicados ou revisado por pares.) Exceto pelo vídeo, que ainda não havia sido lançado, Rigano montou tudo isso e entrou em contato com Todaro. "Essencialmente, escrevi a publicação com base em minha interface com vários pesquisadores de Stanford e outros, e desenvolvemos esse corpo de evidências e ciência hardcore", diz Rigano. “James, Dr. Todaro, estava fazendo o melhor trabalho, pensei, em qualquer pessoa da mídia, qualquer médico, qualquer agência de notícias, qualquer pessoa no Twitter, ao cobrir o coronavírus. Eu acompanho sua pesquisa em outros itens, como computação descentralizada, há vários anos. ” Todaro, que obteve um MD da Columbia e agora é um investidor de bitcoin, estava interessado o suficiente para colaborar no documento. "Eu adicionei coisas que pertenciam mais ao lado médico das coisas e dei uma sensação mais clínica, acho", diz Todaro. “Algo que a Big Pharma não vai gostar - está amplamente disponível, é bem barato e é algo que pelo menos um milhão de pessoas já está participando. Na verdade, existem muitos aspectos de algo que podem ser lançados rapidamente se os dados clínicos corretos estiverem disponíveis. ” Todaro e Rigano juntos começaram a conversar com Raoult sobre o pequeno estudo que ele estava preparando, e também chamaram um bioquímico aposentado chamado Tom Broker. Ele foi originalmente listado como o primeiro autor do documento do Google, seu nome seguido por "(Stanford)". Foi aí que Broker obteve seu doutorado, em 1972, mas Broker está há anos na Universidade do Alabama, em Birmingham. Sua área de pesquisa é o adenovírus e o papilomavírus humano, que têm DNA como material genético, em oposição ao RNA dentro dos coronavírus. Eles são bem diferentes. Broker diz que não estava envolvido na produção do documento do Google e nunca defenderia o uso de um medicamento sem testes formais. Todaro e Rigano, desde então, removeram o nome dele, a pedido de Broker. “Eu não contribuí, escrevi qualquer parte ou tive conhecimento deste documento do google.com.br. Nunca conduzi pesquisas sobre patógenos do vírus RNA. Não tenho credenciais ou autoridade profissional para sugerir ou recomendar ensaios ou práticas clínicas ”, escreveu Broker em um email. “Aparentemente, fui inserido como autor 'gratuito', uma prática que sempre evitei em meus 53 anos de carreira. Além disso, nunca envolvi nenhuma parte das mídias sociais, privada ou profissionalmente. Todas as minhas publicações científicas são processadas por meio de revisão por pares. Sugiro que você se comunique com um dos autores reais. Questionado sobre a declaração de Broker, Todaro diz que Broker simplesmente não queria se envolver com a atenção que a idéia e o documento estavam recebendo. “Eu não conheço pessoalmente Tom Broker. Minha correspondência foi com o Sr. Rigano ”, diz Todaro. "Quando começamos a receber informações da imprensa, minha impressão foi que o Sr. Broker ficou muito impressionado com isso". Rigano diz que também foi sua impressão. "Dr. Broker é um cientista da mais alta ordem. Ele não está acostumado a esse tipo de atenção da mídia, então nós meio que precisamos continuar sem ele aqui ”, diz Rigano. "Ele não está pronto para a mídia, se tornando uma celebridade." O documento de cloroquina que Todaro e Rigano escreveram espalhou quase - desculpe por isso - viralmente. Mas mesmo que algumas pessoas estejam dizendo que esse é um tratamento, ele ainda não foi submetido a um estudo de controle randomizado em larga escala, o padrão ouro para avaliar se uma intervenção médica como uma droga realmente funciona. Até que isso aconteça, a maioria dos médicos e pesquisadores diria que a cloroquina não pode ser nenhum tipo de bala mágica. “Muitos medicamentos, incluindo cloroquina ou hidroxicloroquina, trabalham nas células do laboratório contra os coronavírus. Foi demonstrado que poucos medicamentos funcionam em um modelo animal ”, diz Matthew Frieman, microbiologista que estuda terapêutica contra os coronavírus na Universidade de Maryland. O que acontece se você colocar os medicamentos em animais? Ninguém sabe ainda. Provavelmente nada de ruim, porque eles são usados há décadas. A ação da cloraquina, diz Frieman, “é conhecida há algum tempo por outros coronavírus, mas nunca se desenvolveu como terapêutica testada em humanos. Há razões para acreditar que isso vai mudar agora, junto com outras terapêuticas que têm eficácia no laboratório. ” Isso ocorre porque o novo coronavírus está incentivando a pesquisa a retomar praticamente qualquer coisa que já tenha mostrado algum efeito sobre os coronavírus, e algumas novas idéias também. Rigano diz que ele e Todaro estão agora realizando seus próprios ensaios clínicos, embora não esteja claro como eles pretendem coletar ou apresentar os dados. Eles esperam que os médicos se inscrevam como sujeitos e depois prescrevam a hidroxicloroquina para si mesmos enquanto tratam pacientes com Covid-19. Quando perguntado sobre o que seria o grupo de controle - médicos que pareciam pacientes que não tomaram o remédio, talvez? --Igano teve algumas idéias. “Você pode usar controles históricos, a taxa de médicos infectados que não usavam hidroxicloroquina regularmente. E se existem médicos que gostariam de participar do estudo que gostariam de não tomar hidroxicloroquina, eles também seriam excelentes controles ”, diz Rigano. “Ético, não queremos que ninguém contrate esse vírus. É realmente um design maravilhoso. ” Rigano diz que está conversando com a equipe de quatro hospitais australianos sobre a realização de um estudo maior e randomizado, depois de um com médicos voluntários. Rigano e Todaro sabem que um documento do Google compartilhado no Twitter não é o modo como a ciência geralmente é feita. Mas eles dizem que não há tempo a perder, que a pandemia está se movendo rápido demais para a ciência tradicional. "Isso levaria meses", diz Todaro. "Eu odiaria apostar em coisas que encontraríamos em meses ou em uma vacina que sai em meados do final de 2021". Eles não são os únicos com essas preocupações, é claro. O modelo mais recente do progresso do Covid-19 do Imperial College London apresenta o pior cenário de pior caso que envolve milhões de mortes, ou distanciamento e proteção social em todo o planeta por mais de um ano. A distância social pode dar aos hospitais uma chance melhor de acomodar e tratar os doentes, mas, com menos força, a doença simplesmente volta. As únicas coisas que mudariam esses resultados são vacinas ou medicamentos." Fonte: WIRED é onde o amanhã é realizado. É a fonte essencial de informações e idéias que fazem sentido para um mundo em constante transformação. - WIRED MAGAZINE LINKs: https://exame.abril.com.bciencia/o-que-e-a-cloroquina-remedio-promissor-contra-o-novo-coronavirus/ https://saude.estadao.com.bnoticias/geral,droga-usada-para-malaria-tem-resultado-positivo-contra-coronavirus,70003240466
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Contra-Economia

Contra-Economia é um termo originalmente utilizado por Samuel Edward Konkin III e Neil J. Schulman, ativistas teóricos libertários. Konkin definiu a contra-economia como “o estudo e/ou prática de toda ação humana pacífica que é proibida pelo Estado.” A contra-economia foi integrada na prática agorista de Konkin, para formar o Agorismo uma variante revolucionária do anarquismo de mercado.
Bob Dylan têm uma música que diz: “…para viver fora da lei você precisa ser honesto”, e esta é a essência da contra economia, os contra-economistas podem fazer coisas tecnicamente “incorretas”, talvez não legalmente corretas, mas estão fazendo isso por um propósito individual que em sua concepção é ético.
O conceito de contra-economia também é usado em um sentido distinto, mas indiscutivelmente compatível em referir-se ao abordar a justiça social e a questão da sustentabilidade em um contexto de mercado, apesar de ser um modo mais geral de Anti-establishment, em vez de explicitamente ilegal.
Em ambos os sentidos, pode-se incluir formas não-monetárias de troca, como uma economia de escambo, ou uma economia da dádiva, e o uso de moedas não reguladas como bitcurrency (litecoin, bitcoin, darkcoin etc..), ouro e prata.
As primeiras apresentações da teoria da contra-economia foram feitas por Samuel Konkin III em duas conferências organizadas por J. Neil Schulman, CounterCon I em 1974 e CounterCon II em 1975, ambas realizadas em Cheshire, Connecticut. Outros oradores nestas conferências inclúem Robert LeFevre, Kenneth Kalcheim e Dennis Turner.
O primeiro livro a retratar a contra-economia como uma estratégia para se alcançar uma sociedade libertária foi Alongside Night de Schulman, publicado em 1979.
O agorismo de Konkin, como exposto em seu Novo Manifesto Libertário , postula que o método correto para alcançar uma sociedade anarquista de livre-mercado é através da advocacia e do crescimento da economia subterrânea, ou “mercado negro” — a “contra-economia” como coloca Konkin — até o ponto em que percebe-se que o Estado como autoridade moral e poder total foi tão profundamente minado que a revolução anarquista de mercado e as empresas de segurança podem surgir do subsolo e, finalmente, suprimir governo como uma atividade criminal (com a tributação sendo tratada como roubo, e guerra sendo tratada como genocídio, etc).
“A Contra-Economia é a soma de toda a ação humana não-agressiva que é proibida pelo Estado. […] A Contra-Economia inclui o mercado livre, o mercado negro, a “economia subterrânea”, todos os atos de desobediência civil e social, todos os atos de associações proibidas (sexual, racial, inter-religioso), e todo os resto que o Estado, em qualquer lugar ou tempo, opta por proibir, controlar, regular, tributar, ou tarifar. A Contra-Economia exclui toda a ação aprovada pelo Estado (o “Mercado Branco”) e o Mercado Vermelho (violência e roubo não aprovados pelo Estado).”
A contra-economia também admite a libertação imediata do controle estatal, em qualquer nível prático, mediante a aplicação da lógica empresarial para decidir racionalmente quais as leis que discretamente quebra e quando o faz. O princípio fundamental é o comércio de risco para o lucro, embora “lucro” possa se referir a qualquer ganho de valor percebido, não só ganhos estritamente monetários (como uma conseqüência da teoria do valor subjetivo).
Das práticas de contra-economia incluem-se:
1- Evasão Fiscal;
2- Contrabando;
3- Tráfico de drogas;
4- Agricultura urbana/subsistência;
5- Contratar ou ser contratado com condições e salários dignos imigrantes ilegais;
6- Trocas e uso de moedas alternativas;
7- Tráfico de armas;
Mercado Negro…Cinza e vermelho:
O Agorismo se baseia na prática consciente da contra-economia e uso de mercados negros, portanto e necessário pontuar o que é um mercado negro e o que significa a prática consciente do mesmo.
Mercado Negro:
O Mercado Negro é a parte da economia ativa que envolve transações ilegais, geralmente de compra e venda de mercadorias ou serviços. As mercadorias podem ser por si próprias ilegais (por exemplo armas ou drogas); a mercadoria pode ser roubada; ou pode ser vendida de outra maneira para evitar impostos, pagamentos ou exigências, tais como cigarros ou armas de fogo. É chamado de “economia negra” ou o “mercado negro” porque são conduzidos fora da lei, e assim são conduzidos necessariamente “na obscuridade”, fora da vista do estado regulador. Os mercados negros aparecem quando o Estado coloca limitações na produção ou na provisão dos bens e dos serviços e prosperam quando as limitações do estado são pesadas, como durante um período de proibição, controle de preços ou racionamento, o mercado negro surge para suprir demandas proibidas legalmente pelo estado.
A prática consciente Agorista visa apenas as práticas do Mercado Negro pacificas que não envolva violação de autonomia ou inicio de uma agressão a terceiros e envolvidos direta ou indiretamente, no entanto de uma forma geral o Mercado Negro engloba os mercados cinza e vermelhos que nem sempre estão de acordo com a prática agorista.
Mercado cinza:
Um mercado cinza, ou mercado paralelo, é o comércio de uma mercadoria por meio de canais de distribuição que, embora legais , são não-oficiais , não autorizados, ou não intencionais pelo fabricante original . O tipo mais comum de mercado cinza é a venda de bens importados (trazido por pequenas empresas de importação ou pessoas não autorizadas pelo fabricante) que de outra forma seria mais caro do país estão sendo importados legal com a cobrança de impostos. Um exemplo são drogas que estão sendo importados para as nações mais ricas nas proximidades onde o distribuidor local da droga cobra um preço mais elevado por um produto similar ou equivalente.
Mercados cinzas podem também ser descritos como o comércios de produtos legais obtidos de formas ilegais como por exemplo a venda ou contrabando de obras de artes extraviadas ou produzidas e distribuídas sem a cobrança de tributos.
No entanto o surgimento do termo refere-se aos trabalhadores que são pagos “por baixo dos panos”, sem recolher imposto de renda ou contribuição para tais serviços públicos. É por vezes referido como a economia subterrânea ou “economia paralela”.
Os dois principais tipos de mercados de cinza são as de produtos manufaturados importados que normalmente seriam indisponíveis ou mais caro em um determinado país e ações não emitidos que ainda não são negociados em mercados oficiais. Às vezes, o termo mercado negro é usado para descrever a negociação secreta e não regulamentado (embora muitas vezes tecnicamente legal) de futuros de commodities, como aconteceu com o petróleo bruto em 2008. Isso pode ser considerado um terceiro tipo de “mercado cinza” , uma vez que é legal, mas não regulamentado, e provavelmente não intencional ou explicitamente autorizada pelos produtores de petróleo.
Mercados Cinzas são amplamente descritos e estimulados pelo Agorismo, embora muitas de suas atividades sejam consideradas crime em grande parte do mundo.
Venda de produtos em camelos não regulados pelo estado, ou sem licença são considerados práticas de mercados cinzas e são vistas pelos Agoristas como práticas legitimas em um livre-mercado.
Mercado Vermelho:
Mercados vermelhos são a práticas ilegais que por vezes podem significar serviços que violam a autonomia de uma pessoa ou significam iniciar agressões contra terceiros, os serviços de assassinatos são uma exemplo de mercado vermelho, Agoristas não praticam e se afastam de práticas como esta vendo-as como prática que foje do principio de prática consciente da contra-economia atravez de mercados negros, no entanto não são todos as práticas “vermelhas” que são vistas com aversão por Agoristas, a venda voluntária de orgãos por exemplo, uma vez que uma pessoa escolhe remover e vender voluntariamente orgãos ou até mesmo leite materno para suprir necessidades de outras pessoas não devem ser impedidas, deve ficar atento que venda voluntária de orgãos se dá pela escolha consciente do portador do orgão, o que é bem diferente do roubo ou tráfico de orgãos na qual o paciente é involuntariamente sedado e tem o orgão removido contra sua vontade, resume-se então que práticas vermelhas que envolvem coerção ou violência de qualquer espécie contra outras pessoas é repudiada por agoristas por não ser uma prática consciente da contra-economia e práticas vermelhas pacificas e voluntárias que beneficiara as duas partes ou o receptor mantendo o voluntário indiferente são bem-vindas pelo agorismo.
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Contra-Economia

Contra-Economia é um termo originalmente utilizado por Samuel Edward Konkin III e Neil J. Schulman, ativistas teóricos libertários. Konkin definiu a contra-economia como “o estudo e/ou prática de toda ação humana pacífica que é proibida pelo Estado.” A contra-economia foi integrada na prática agorista de Konkin, para formar o Agorismo uma variante revolucionária do anarquismo de mercado.
Bob Dylan têm uma música que diz: “…para viver fora da lei você precisa ser honesto”, e esta é a essência da contra economia, os contra-economistas podem fazer coisas tecnicamente “incorretas”, talvez não legalmente corretas, mas estão fazendo isso por um propósito individual que em sua concepção é ético.
O conceito de contra-economia também é usado em um sentido distinto, mas indiscutivelmente compatível em referir-se ao abordar a justiça social e a questão da sustentabilidade em um contexto de mercado, apesar de ser um modo mais geral de Anti-establishment, em vez de explicitamente ilegal.
Em ambos os sentidos, pode-se incluir formas não-monetárias de troca, como uma economia de escambo, ou uma economia da dádiva, e o uso de moedas não reguladas como bitcurrency (litecoin, bitcoin, darkcoin etc..), ouro e prata.
As primeiras apresentações da teoria da contra-economia foram feitas por Samuel Konkin III em duas conferências organizadas por J. Neil Schulman, CounterCon I em 1974 e CounterCon II em 1975, ambas realizadas em Cheshire, Connecticut. Outros oradores nestas conferências inclúem Robert LeFevre, Kenneth Kalcheim e Dennis Turner.
O primeiro livro a retratar a contra-economia como uma estratégia para se alcançar uma sociedade libertária foi Alongside Night de Schulman, publicado em 1979.
O agorismo de Konkin, como exposto em seu Novo Manifesto Libertário , postula que o método correto para alcançar uma sociedade anarquista de livre-mercado é através da advocacia e do crescimento da economia subterrânea, ou “mercado negro” — a “contra-economia” como coloca Konkin — até o ponto em que percebe-se que o Estado como autoridade moral e poder total foi tão profundamente minado que a revolução anarquista de mercado e as empresas de segurança podem surgir do subsolo e, finalmente, suprimir governo como uma atividade criminal (com a tributação sendo tratada como roubo, e guerra sendo tratada como genocídio, etc).
“A Contra-Economia é a soma de toda a ação humana não-agressiva que é proibida pelo Estado. […] A Contra-Economia inclui o mercado livre, o mercado negro, a “economia subterrânea”, todos os atos de desobediência civil e social, todos os atos de associações proibidas (sexual, racial, inter-religioso), e todo os resto que o Estado, em qualquer lugar ou tempo, opta por proibir, controlar, regular, tributar, ou tarifar. A Contra-Economia exclui toda a ação aprovada pelo Estado (o “Mercado Branco”) e o Mercado Vermelho (violência e roubo não aprovados pelo Estado).”
A contra-economia também admite a libertação imediata do controle estatal, em qualquer nível prático, mediante a aplicação da lógica empresarial para decidir racionalmente quais as leis que discretamente quebra e quando o faz. O princípio fundamental é o comércio de risco para o lucro, embora “lucro” possa se referir a qualquer ganho de valor percebido, não só ganhos estritamente monetários (como uma conseqüência da teoria do valor subjetivo).
Das práticas de contra-economia incluem-se:
1- Evasão Fiscal;
2- Contrabando;
3- Tráfico de drogas;
4- Agricultura urbana/subsistência;
5- Contratar ou ser contratado com condições e salários dignos imigrantes ilegais;
6- Trocas e uso de moedas alternativas;
7- Tráfico de armas;
Mercado Negro…Cinza e vermelho:
O Agorismo se baseia na prática consciente da contra-economia e uso de mercados negros, portanto e necessário pontuar o que é um mercado negro e o que significa a prática consciente do mesmo.
Mercado Negro:
O Mercado Negro é a parte da economia ativa que envolve transações ilegais, geralmente de compra e venda de mercadorias ou serviços. As mercadorias podem ser por si próprias ilegais (por exemplo armas ou drogas); a mercadoria pode ser roubada; ou pode ser vendida de outra maneira para evitar impostos, pagamentos ou exigências, tais como cigarros ou armas de fogo. É chamado de “economia negra” ou o “mercado negro” porque são conduzidos fora da lei, e assim são conduzidos necessariamente “na obscuridade”, fora da vista do estado regulador. Os mercados negros aparecem quando o Estado coloca limitações na produção ou na provisão dos bens e dos serviços e prosperam quando as limitações do estado são pesadas, como durante um período de proibição, controle de preços ou racionamento, o mercado negro surge para suprir demandas proibidas legalmente pelo estado.
A prática consciente Agorista visa apenas as práticas do Mercado Negro pacificas que não envolva violação de autonomia ou inicio de uma agressão a terceiros e envolvidos direta ou indiretamente, no entanto de uma forma geral o Mercado Negro engloba os mercados cinza e vermelhos que nem sempre estão de acordo com a prática agorista.
Mercado cinza:
Um mercado cinza, ou mercado paralelo, é o comércio de uma mercadoria por meio de canais de distribuição que, embora legais , são não-oficiais , não autorizados, ou não intencionais pelo fabricante original . O tipo mais comum de mercado cinza é a venda de bens importados (trazido por pequenas empresas de importação ou pessoas não autorizadas pelo fabricante) que de outra forma seria mais caro do país estão sendo importados legal com a cobrança de impostos. Um exemplo são drogas que estão sendo importados para as nações mais ricas nas proximidades onde o distribuidor local da droga cobra um preço mais elevado por um produto similar ou equivalente.
Mercados cinzas podem também ser descritos como o comércios de produtos legais obtidos de formas ilegais como por exemplo a venda ou contrabando de obras de artes extraviadas ou produzidas e distribuídas sem a cobrança de tributos.
No entanto o surgimento do termo refere-se aos trabalhadores que são pagos “por baixo dos panos”, sem recolher imposto de renda ou contribuição para tais serviços públicos. É por vezes referido como a economia subterrânea ou “economia paralela”.
Os dois principais tipos de mercados de cinza são as de produtos manufaturados importados que normalmente seriam indisponíveis ou mais caro em um determinado país e ações não emitidos que ainda não são negociados em mercados oficiais. Às vezes, o termo mercado negro é usado para descrever a negociação secreta e não regulamentado (embora muitas vezes tecnicamente legal) de futuros de commodities, como aconteceu com o petróleo bruto em 2008. Isso pode ser considerado um terceiro tipo de “mercado cinza” , uma vez que é legal, mas não regulamentado, e provavelmente não intencional ou explicitamente autorizada pelos produtores de petróleo.
Mercados Cinzas são amplamente descritos e estimulados pelo Agorismo, embora muitas de suas atividades sejam consideradas crime em grande parte do mundo.
Venda de produtos em camelos não regulados pelo estado, ou sem licença são considerados práticas de mercados cinzas e são vistas pelos Agoristas como práticas legitimas em um livre-mercado.
Mercado Vermelho:
Mercados vermelhos são a práticas ilegais que por vezes podem significar serviços que violam a autonomia de uma pessoa ou significam iniciar agressões contra terceiros, os serviços de assassinatos são uma exemplo de mercado vermelho, Agoristas não praticam e se afastam de práticas como esta vendo-as como prática que foje do principio de prática consciente da contra-economia atravez de mercados negros, no entanto não são todos as práticas “vermelhas” que são vistas com aversão por Agoristas, a venda voluntária de orgãos por exemplo, uma vez que uma pessoa escolhe remover e vender voluntariamente orgãos ou até mesmo leite materno para suprir necessidades de outras pessoas não devem ser impedidas, deve ficar atento que venda voluntária de orgãos se dá pela escolha consciente do portador do orgão, o que é bem diferente do roubo ou tráfico de orgãos na qual o paciente é involuntariamente sedado e tem o orgão removido contra sua vontade, resume-se então que práticas vermelhas que envolvem coerção ou violência de qualquer espécie contra outras pessoas é repudiada por agoristas por não ser uma prática consciente da contra-economia e práticas vermelhas pacificas e voluntárias que beneficiara as duas partes ou o receptor mantendo o voluntário indiferente são bem-vindas pelo agorismo.
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Contra-economia

Contra-Economia é um termo originalmente utilizado por Samuel Edward Konkin III e Neil J. Schulman, ativistas teóricos libertários. Konkin definiu a contra-economia como “o estudo e/ou prática de toda ação humana pacífica que é proibida pelo Estado.” A contra-economia foi integrada na prática agorista de Konkin, para formar o Agorismo uma variante revolucionária do anarquismo de mercado.
Bob Dylan têm uma música que diz: “…para viver fora da lei você precisa ser honesto”, e esta é a essência da contra economia, os contra-economistas podem fazer coisas tecnicamente “incorretas”, talvez não legalmente corretas, mas estão fazendo isso por um propósito individual que em sua concepção é ético.
O conceito de contra-economia também é usado em um sentido distinto, mas indiscutivelmente compatível em referir-se ao abordar a justiça social e a questão da sustentabilidade em um contexto de mercado, apesar de ser um modo mais geral de Anti-establishment, em vez de explicitamente ilegal.
Em ambos os sentidos, pode-se incluir formas não-monetárias de troca, como uma economia de escambo, ou uma economia da dádiva, e o uso de moedas não reguladas como bitcurrency (litecoin, bitcoin, darkcoin etc..), ouro e prata.
As primeiras apresentações da teoria da contra-economia foram feitas por Samuel Konkin III em duas conferências organizadas por J. Neil Schulman, CounterCon I em 1974 e CounterCon II em 1975, ambas realizadas em Cheshire, Connecticut. Outros oradores nestas conferências inclúem Robert LeFevre, Kenneth Kalcheim e Dennis Turner.
O primeiro livro a retratar a contra-economia como uma estratégia para se alcançar uma sociedade libertária foi Alongside Night de Schulman, publicado em 1979.
O agorismo de Konkin, como exposto em seu Novo Manifesto Libertário , postula que o método correto para alcançar uma sociedade anarquista de livre-mercado é através da advocacia e do crescimento da economia subterrânea, ou “mercado negro” — a “contra-economia” como coloca Konkin — até o ponto em que percebe-se que o Estado como autoridade moral e poder total foi tão profundamente minado que a revolução anarquista de mercado e as empresas de segurança podem surgir do subsolo e, finalmente, suprimir governo como uma atividade criminal (com a tributação sendo tratada como roubo, e guerra sendo tratada como genocídio, etc).
“A Contra-Economia é a soma de toda a ação humana não-agressiva que é proibida pelo Estado. […] A Contra-Economia inclui o mercado livre, o mercado negro, a “economia subterrânea”, todos os atos de desobediência civil e social, todos os atos de associações proibidas (sexual, racial, inter-religioso), e todo os resto que o Estado, em qualquer lugar ou tempo, opta por proibir, controlar, regular, tributar, ou tarifar. A Contra-Economia exclui toda a ação aprovada pelo Estado (o “Mercado Branco”) e o Mercado Vermelho (violência e roubo não aprovados pelo Estado).”
A contra-economia também admite a libertação imediata do controle estatal, em qualquer nível prático, mediante a aplicação da lógica empresarial para decidir racionalmente quais as leis que discretamente quebra e quando o faz. O princípio fundamental é o comércio de risco para o lucro, embora “lucro” possa se referir a qualquer ganho de valor percebido, não só ganhos estritamente monetários (como uma conseqüência da teoria do valor subjetivo).
Das práticas de contra-economia incluem-se:
1- Evasão Fiscal;
2- Contrabando;
3- Tráfico de drogas;
4- Agricultura urbana/subsistência;
5- Contratar ou ser contratado com condições e salários dignos imigrantes ilegais;
6- Trocas e uso de moedas alternativas;
7- Tráfico de armas;
Mercado Negro…Cinza e vermelho:
O Agorismo se baseia na prática consciente da contra-economia e uso de mercados negros, portanto e necessário pontuar o que é um mercado negro e o que significa a prática consciente do mesmo.
Mercado Negro:
O Mercado Negro é a parte da economia ativa que envolve transações ilegais, geralmente de compra e venda de mercadorias ou serviços. As mercadorias podem ser por si próprias ilegais (por exemplo armas ou drogas); a mercadoria pode ser roubada; ou pode ser vendida de outra maneira para evitar impostos, pagamentos ou exigências, tais como cigarros ou armas de fogo. É chamado de “economia negra” ou o “mercado negro” porque são conduzidos fora da lei, e assim são conduzidos necessariamente “na obscuridade”, fora da vista do estado regulador. Os mercados negros aparecem quando o Estado coloca limitações na produção ou na provisão dos bens e dos serviços e prosperam quando as limitações do estado são pesadas, como durante um período de proibição, controle de preços ou racionamento, o mercado negro surge para suprir demandas proibidas legalmente pelo estado.
A prática consciente Agorista visa apenas as práticas do Mercado Negro pacificas que não envolva violação de autonomia ou inicio de uma agressão a terceiros e envolvidos direta ou indiretamente, no entanto de uma forma geral o Mercado Negro engloba os mercados cinza e vermelhos que nem sempre estão de acordo com a prática agorista.
Mercado cinza:
Um mercado cinza, ou mercado paralelo, é o comércio de uma mercadoria por meio de canais de distribuição que, embora legais , são não-oficiais , não autorizados, ou não intencionais pelo fabricante original . O tipo mais comum de mercado cinza é a venda de bens importados (trazido por pequenas empresas de importação ou pessoas não autorizadas pelo fabricante) que de outra forma seria mais caro do país estão sendo importados legal com a cobrança de impostos. Um exemplo são drogas que estão sendo importados para as nações mais ricas nas proximidades onde o distribuidor local da droga cobra um preço mais elevado por um produto similar ou equivalente.
Mercados cinzas podem também ser descritos como o comércios de produtos legais obtidos de formas ilegais como por exemplo a venda ou contrabando de obras de artes extraviadas ou produzidas e distribuídas sem a cobrança de tributos.
No entanto o surgimento do termo refere-se aos trabalhadores que são pagos “por baixo dos panos”, sem recolher imposto de renda ou contribuição para tais serviços públicos. É por vezes referido como a economia subterrânea ou “economia paralela”.
Os dois principais tipos de mercados de cinza são as de produtos manufaturados importados que normalmente seriam indisponíveis ou mais caro em um determinado país e ações não emitidos que ainda não são negociados em mercados oficiais. Às vezes, o termo mercado negro é usado para descrever a negociação secreta e não regulamentado (embora muitas vezes tecnicamente legal) de futuros de commodities, como aconteceu com o petróleo bruto em 2008. Isso pode ser considerado um terceiro tipo de “mercado cinza” , uma vez que é legal, mas não regulamentado, e provavelmente não intencional ou explicitamente autorizada pelos produtores de petróleo.
Mercados Cinzas são amplamente descritos e estimulados pelo Agorismo, embora muitas de suas atividades sejam consideradas crime em grande parte do mundo.
Venda de produtos em camelos não regulados pelo estado, ou sem licença são considerados práticas de mercados cinzas e são vistas pelos Agoristas como práticas legitimas em um livre-mercado.
Mercado Vermelho:
Mercados vermelhos são a práticas ilegais que por vezes podem significar serviços que violam a autonomia de uma pessoa ou significam iniciar agressões contra terceiros, os serviços de assassinatos são uma exemplo de mercado vermelho, Agoristas não praticam e se afastam de práticas como esta vendo-as como prática que foje do principio de prática consciente da contra-economia atravez de mercados negros, no entanto não são todos as práticas “vermelhas” que são vistas com aversão por Agoristas, a venda voluntária de orgãos por exemplo, uma vez que uma pessoa escolhe remover e vender voluntariamente orgãos ou até mesmo leite materno para suprir necessidades de outras pessoas não devem ser impedidas, deve ficar atento que venda voluntária de orgãos se dá pela escolha consciente do portador do orgão, o que é bem diferente do roubo ou tráfico de orgãos na qual o paciente é involuntariamente sedado e tem o orgão removido contra sua vontade, resume-se então que práticas vermelhas que envolvem coerção ou violência de qualquer espécie contra outras pessoas é repudiada por agoristas por não ser uma prática consciente da contra-economia e práticas vermelhas pacificas e voluntárias que beneficiara as duas partes ou o receptor mantendo o voluntário indiferente são bem-vindas pelo agorismo.
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Contra-Economia

Contra-Economia é um termo originalmente utilizado por Samuel Edward Konkin III e Neil J. Schulman, ativistas teóricos libertários. Konkin definiu a contra-economia como “o estudo e/ou prática de toda ação humana pacífica que é proibida pelo Estado.” A contra-economia foi integrada na prática agorista de Konkin, para formar o Agorismo uma variante revolucionária do anarquismo de mercado.
Bob Dylan têm uma música que diz: “…para viver fora da lei você precisa ser honesto”, e esta é a essência da contra economia, os contra-economistas podem fazer coisas tecnicamente “incorretas”, talvez não legalmente corretas, mas estão fazendo isso por um propósito individual que em sua concepção é ético.
O conceito de contra-economia também é usado em um sentido distinto, mas indiscutivelmente compatível em referir-se ao abordar a justiça social e a questão da sustentabilidade em um contexto de mercado, apesar de ser um modo mais geral de Anti-establishment, em vez de explicitamente ilegal.
Em ambos os sentidos, pode-se incluir formas não-monetárias de troca, como uma economia de escambo, ou uma economia da dádiva, e o uso de moedas não reguladas como bitcurrency (litecoin, bitcoin, darkcoin etc..), ouro e prata.
As primeiras apresentações da teoria da contra-economia foram feitas por Samuel Konkin III em duas conferências organizadas por J. Neil Schulman, CounterCon I em 1974 e CounterCon II em 1975, ambas realizadas em Cheshire, Connecticut. Outros oradores nestas conferências inclúem Robert LeFevre, Kenneth Kalcheim e Dennis Turner.
O primeiro livro a retratar a contra-economia como uma estratégia para se alcançar uma sociedade libertária foi Alongside Night de Schulman, publicado em 1979.
O agorismo de Konkin, como exposto em seu Novo Manifesto Libertário , postula que o método correto para alcançar uma sociedade anarquista de livre-mercado é através da advocacia e do crescimento da economia subterrânea, ou “mercado negro” — a “contra-economia” como coloca Konkin — até o ponto em que percebe-se que o Estado como autoridade moral e poder total foi tão profundamente minado que a revolução anarquista de mercado e as empresas de segurança podem surgir do subsolo e, finalmente, suprimir governo como uma atividade criminal (com a tributação sendo tratada como roubo, e guerra sendo tratada como genocídio, etc).
“A Contra-Economia é a soma de toda a ação humana não-agressiva que é proibida pelo Estado. […] A Contra-Economia inclui o mercado livre, o mercado negro, a “economia subterrânea”, todos os atos de desobediência civil e social, todos os atos de associações proibidas (sexual, racial, inter-religioso), e todo os resto que o Estado, em qualquer lugar ou tempo, opta por proibir, controlar, regular, tributar, ou tarifar. A Contra-Economia exclui toda a ação aprovada pelo Estado (o “Mercado Branco”) e o Mercado Vermelho (violência e roubo não aprovados pelo Estado).”
A contra-economia também admite a libertação imediata do controle estatal, em qualquer nível prático, mediante a aplicação da lógica empresarial para decidir racionalmente quais as leis que discretamente quebra e quando o faz. O princípio fundamental é o comércio de risco para o lucro, embora “lucro” possa se referir a qualquer ganho de valor percebido, não só ganhos estritamente monetários (como uma conseqüência da teoria do valor subjetivo).
Das práticas de contra-economia incluem-se:
1- Evasão Fiscal;
2- Contrabando;
3- Tráfico de drogas;
4- Agricultura urbana/subsistência;
5- Contratar ou ser contratado com condições e salários dignos imigrantes ilegais;
6- Trocas e uso de moedas alternativas;
7- Tráfico de armas;
Mercado Negro…Cinza e vermelho:
O Agorismo se baseia na prática consciente da contra-economia e uso de mercados negros, portanto e necessário pontuar o que é um mercado negro e o que significa a prática consciente do mesmo.
Mercado Negro:
O Mercado Negro é a parte da economia ativa que envolve transações ilegais, geralmente de compra e venda de mercadorias ou serviços. As mercadorias podem ser por si próprias ilegais (por exemplo armas ou drogas); a mercadoria pode ser roubada; ou pode ser vendida de outra maneira para evitar impostos, pagamentos ou exigências, tais como cigarros ou armas de fogo. É chamado de “economia negra” ou o “mercado negro” porque são conduzidos fora da lei, e assim são conduzidos necessariamente “na obscuridade”, fora da vista do estado regulador. Os mercados negros aparecem quando o Estado coloca limitações na produção ou na provisão dos bens e dos serviços e prosperam quando as limitações do estado são pesadas, como durante um período de proibição, controle de preços ou racionamento, o mercado negro surge para suprir demandas proibidas legalmente pelo estado.
A prática consciente Agorista visa apenas as práticas do Mercado Negro pacificas que não envolva violação de autonomia ou inicio de uma agressão a terceiros e envolvidos direta ou indiretamente, no entanto de uma forma geral o Mercado Negro engloba os mercados cinza e vermelhos que nem sempre estão de acordo com a prática agorista.
Mercado cinza:
Um mercado cinza, ou mercado paralelo, é o comércio de uma mercadoria por meio de canais de distribuição que, embora legais , são não-oficiais , não autorizados, ou não intencionais pelo fabricante original . O tipo mais comum de mercado cinza é a venda de bens importados (trazido por pequenas empresas de importação ou pessoas não autorizadas pelo fabricante) que de outra forma seria mais caro do país estão sendo importados legal com a cobrança de impostos. Um exemplo são drogas que estão sendo importados para as nações mais ricas nas proximidades onde o distribuidor local da droga cobra um preço mais elevado por um produto similar ou equivalente.
Mercados cinzas podem também ser descritos como o comércios de produtos legais obtidos de formas ilegais como por exemplo a venda ou contrabando de obras de artes extraviadas ou produzidas e distribuídas sem a cobrança de tributos.
No entanto o surgimento do termo refere-se aos trabalhadores que são pagos “por baixo dos panos”, sem recolher imposto de renda ou contribuição para tais serviços públicos. É por vezes referido como a economia subterrânea ou “economia paralela”.
Os dois principais tipos de mercados de cinza são as de produtos manufaturados importados que normalmente seriam indisponíveis ou mais caro em um determinado país e ações não emitidos que ainda não são negociados em mercados oficiais. Às vezes, o termo mercado negro é usado para descrever a negociação secreta e não regulamentado (embora muitas vezes tecnicamente legal) de futuros de commodities, como aconteceu com o petróleo bruto em 2008. Isso pode ser considerado um terceiro tipo de “mercado cinza” , uma vez que é legal, mas não regulamentado, e provavelmente não intencional ou explicitamente autorizada pelos produtores de petróleo.
Mercados Cinzas são amplamente descritos e estimulados pelo Agorismo, embora muitas de suas atividades sejam consideradas crime em grande parte do mundo.
Venda de produtos em camelos não regulados pelo estado, ou sem licença são considerados práticas de mercados cinzas e são vistas pelos Agoristas como práticas legitimas em um livre-mercado.
Mercado Vermelho:
Mercados vermelhos são a práticas ilegais que por vezes podem significar serviços que violam a autonomia de uma pessoa ou significam iniciar agressões contra terceiros, os serviços de assassinatos são uma exemplo de mercado vermelho, Agoristas não praticam e se afastam de práticas como esta vendo-as como prática que foje do principio de prática consciente da contra-economia atravez de mercados negros, no entanto não são todos as práticas “vermelhas” que são vistas com aversão por Agoristas, a venda voluntária de orgãos por exemplo, uma vez que uma pessoa escolhe remover e vender voluntariamente orgãos ou até mesmo leite materno para suprir necessidades de outras pessoas não devem ser impedidas, deve ficar atento que venda voluntária de orgãos se dá pela escolha consciente do portador do orgão, o que é bem diferente do roubo ou tráfico de orgãos na qual o paciente é involuntariamente sedado e tem o orgão removido contra sua vontade, resume-se então que práticas vermelhas que envolvem coerção ou violência de qualquer espécie contra outras pessoas é repudiada por agoristas por não ser uma prática consciente da contra-economia e práticas vermelhas pacificas e voluntárias que beneficiara as duas partes ou o receptor mantendo o voluntário indiferente são bem-vindas pelo agorismo.
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BlockCrypto Brasil

A conferência BlockCrypto reunirá os especialistas em Blockchain e Cryptocurrencies em São Paulo, não perca!
https://www.bitcoin.com.mx/blockcrypto-la-expo-de-bitcoin-en-brasil/
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A Conferência anual BitConnect foi um sucesso!

Gente! esse é um anúncio sério entre centenas de scams e sites pequenos que só tentam roubar seus bitcoins. Parem de colocar seus BTC em sites obviamente criados em fundo de quintal! BitConnect é a oitava moeda no rank oficial das criptomoedas, acaba de completar um ano e não paga rendimentos absurdos até porque quando a empresa paga rendimentos absurdos obviamente não vai ser sunstentável. Tiveram agora a conferência anual e anunciaram muitas novidades, incluindo a criação de um cartão de crédito que usa a moeda BCC.
Você pode investir no mínimo $100 dólares em bitcoins e terá rendimentos diários em torno de 0.8%, dependendo da volatilidade da moeda BCC. Há dias que o mercado sobe e você lucra 2% porém vai haver dias que vai render 0%. É a realidade, se você quiser acreditar que algum site vai te dar algum lucro FIXO, vai lá, seja feliz e corra o risco.
To te dando essa dica, estude a respeito. Se possível, e somente se quiser, usa meu código de afiliado abaixo pra me dar uma ajudinha básica. https://bitconnect.co/?ref=bertapeli
Como vou te retribuir? Vou te colocar no nosso grupo de whatsapp e facebook onde pessoas reais assim como eu estão ganhando dinheiro com a BitConnect, não vamos ficar milionários mas podemos acompanhar a subida do mercado e ganhar um BOM dinheiro. Nos grupos também você poderá trocar experiência, compartilhar resultados e discutir sobre melhores estratégias de investimento e reinvestimento dentro do site.
Preto no branco, sou uma pessoa real te dando uma dica real de uma empresa que é SOMENTE a oitava no rank das criptomoedas, e subindo a todo vapor! Depois, vai no youtube, veja tutorais, gente que já participa faz tempo, se informe, pesquise, vá na lista oficial das criptomoedas e veja nos gráficos o crescimento da BitConnect!
Com esse último anúncio a respeito do cartão de crédito eu acredito fortemente que a moeda vai dar um salto de valor nos próximos meses. Então você ganha duplamente, com seu investimento e também com a valorização de moeda.
Quem usar meu código de afiliado, me chama no privado para eu adicionar nos grupos de WhatsApp e Facebook.
Abraços e bons investimentos.
submitted by brunobertapeli to BrasilBitcoin [link] [comments]

Destaques do I Bitconf Floripa

Primeiro tenho q destacar o esforço e parabenizar o colega /wladcrippa em realizar esse evento. Em 2 anos de ativismo na comunidade vi muitos falaram em fazer (inclusive eu) mas só o Wlad foi la e fez acontecer.
Vamos aos destaques
Não posso deixar de destacar todos os palestrantes q falaram de suas experiências com o Bitcoin como Paulo Geyer, Jaison Carvalho, Bernardo Quintão, Gabriel Rhama, Leandro Markus, Fernando Viajão.
Ao meu ver a Bitcoinf foi ótimo para um primeiro encontro com vários destaques e ótimas surpresas. Alem de ter sido uma prazer de ver ao vivo todas as pessoas com quem falo a anos sem nunca ter tido um aperto de mão como Hamilton (Algorista, Oracle) e Andre Horta.
Precisamos de mais meet-ups como esse para fortalecer as relações pessoais, e para que novos projetos surjam para o beneficio do Bitcoin e de todos.
Allex ferreira
Desculpem se houver (muito provavelmente houve) algum erro de português :) 
submitted by allex2501 to BrasilBitcoin [link] [comments]

Mercado de startups relacionadas ao Bitcoin está aquecido.

O primeiro dia da conferência “Inside Bitcoin” que aconteceu em Las Vegas no inicio de dezembro foi um sucesso, com mais de 1000 pessoas, o salão logo ficou pequeno.
Dezenas de companhias estão animadas e trabalhando em novos projetos e produtos. Varias soluções em hardware e software para fazer compras de Bitcoins e gastá-lo de maneira rápida e fácil em compras, vão aparecer nos próximos meses.
Butterfly Labs levou máquinas para vender, mas alguém comprou todas elas com uma hora de conferência.
Outras startups que fizeram sucesso, foi a CoinTap que promete fazer cartões pré-pagos onde seria possível recarrega-lo em lojas de conveniências com dólares e trocar por Bitcoins no site da companhia.
SeedCo é uma incubadora para startups que já vem trabalhado na aceleração de alguns projetos para uso das cryptocurrencies que logo devem sair do papel.
Outra startup que promete apresentar bons frutos é a Coinosphere, que promete indexar em seu mecanismo de busca todos os produtos que aceitam Bitcoin como pagamento.
Vamos aguardar para ver o que essas startups devem apresentar nos próximos meses, enquanto isso veja um pouco o que foi a conferência em Las Vegas: - Veja o vídeo no site -
Fonte: http://www.bitcoinnews.com.b2013/12/18/250/
submitted by PauloFiorio to BrasilBitcoin [link] [comments]

Programação preliminar da I BitConf

Saiu a programação preliminar da I BitConf – Bitcoin Conference – que acontece no dia 8 de março em Florianópolis, Santa Catarina.
Até a conferência a programação poderá sofrer alterações, provavelmente com a inclusão de mais palestrantes.
A BitConf contará com a presença de palestrantes de São Paulo, Rio de Janeiro, Santa Catarina e Rio Grande do Sul. Confira:
9h – abertura
9:30h – mesa: o que é o Bitcoin?
12h – intervalo para o almoço
14h – mesa: situação atual do Bitcoin no Brasil e no mundo
16h – coffee break
16:30 – mesa: aspectos legais e fiscais do Bitcoin
19h – jantar
20h – mesa: oportunidade de negócios com Bitcoin
22:30h – encerramento
submitted by allex2501 to BrasilBitcoin [link] [comments]

Tudo sobre o Bitcoin: a história, os usos e a política por trás da moeda forte digital *Gizmodo*

Fonte Gizmodo
Em abril de 2013, visitei um prédio ocupado em Londres e fui apresentado a um grupo de ativistas políticos e hackers que trabalham para transformar a maneira como entendemos e usamos o dinheiro, visando uma reestruturação do próprio sistema financeiro e a criação de uma nova organização econômica. Formado por jovens que se conheceram no Occupy London (protesto que ocupou as imediações da catedral de St. Paul’s entre outubro de 2011 e junho de 2012), o squat fica no coração da cidade, bem próximo ao centro bancário, e se tornou o ponto de encontro informal da comunidade interessada em bitcoins e em criptomoedas na capital inglesa. Lá ouvi sobre os esforços daqueles que estão criando o ecossistema da primeira moeda digital, descentralizada, anônima e instantânea do mundo – o Bitcoin (BTC) – e como o conceito lançado por ela pode libertar o dinheiro e dar mais poder às pessoas para gerenciar suas finanças.
Era insólito ser apresentado a uma utopia com tamanho potencial transformador para a economia em um ambiente como aquele – um edifício comercial gigantesco e quase deserto, ainda com luzes e água funcionando, paredes inteiramente grafitadas e alguns gatos pingados espalhados pelas salas. “Bitcoin é um sistema econômico alternativo que usa moedas digitais e que se auto-regula com base em um sistema de mineração informatizado, criptografia de chave pública e um arquivo que registra todas as transações feitas. É uma solução para o futuro do dinheiro digital”, me explicou Amir Taaki, programador inglês que se envolveu com o sistema nos seus primórdios e era meu contato no local. De moicano em riste e vivendo apenas com o que cabe em uma mala, Taaki parecia um mensageiro improvável para a mais recente novidade econômica. Mas as aparências enganam – ele aprimorou partes do código, fundou dois câmbios e uma consultoria sobre o tema e é o organizador de uma conferência que chega à sua segunda edição em novembro deste ano.
Apesar de ainda viver seus primeiros dias e contar com um caráter experimental, a moeda vem crescendo e apresentando uma série de vantagens teóricas em relação ao sistema bancário tradicional – transferências de pessoa a pessoa sem o intermédio de bancos ou regulação central, taxas menores, abertura fácil de contas e poucos pré-requisitos para começar. Reunindo um grupo de interessados na moeda, o ambiente estava elétrico naquela noite, movido principalmente pela alta histórica da moeda hacker. Em tempos de crises como a do Chipre, onde o governo ameaçava confiscar uma parte das economias bancárias da população e usá-la para pagar a dívida de bancos, a ideia de uma moeda descentralizada e livre das garras do sistema financeiro e político ganha um interesse ainda maior.
Diversas empresas já tornam possível comprar uma grande variedade de itens com bitcoins – uma nova leva de startups já vende legalmente casas, computadores, guitarras e pizzas em troca da criptomoeda, que também pode ser trocada por prata ou ouro em câmbios especializados. Com a maior atenção da mídia para o assunto, algumas companhias de tecnologia também se equiparam para receber pagamentos em Bitcoin – WordPress, Mega e Reddit entre elas. Atualmente, a maioria das companhias aceitando bitcoins são digitais, mas alguns (poucos) locais físicos despertam para o crescente mercado. Hoje, a moeda flutua pelo mundo digital. Mas grandes cidades já se adaptam à nova economia, e Berlim já oferece cafés, bares, restaurantes e lojas de discos que aceitam bitcoins.
Estipula-se que a experiência do Chipre e a má situação da economia espanhola aumentaram a demanda por bitcoins e foram dois fatores decisivos para a impressionante alta do valor das moedas em 2013 – durante o mês de abril, cada moeda chegou a valer US$ 266. Alguns dos que estavam reunidos comigo naquele squat puderam se tornar milionários com a atualização nos valores, quase que da noite pro dia. Posteriormente, a economia teve uma queda motivada por ataques a um site de câmbio e hoje cada bitcoin vale US$ 120, ainda assim um valor alto se pensarmos que em janeiro 1 BTC saia por US$ 13,50.
A alta no preço das moedas reflete uma maior demanda por elas, que são limitadas. Tal procura pode ser motivada por diversos fatores (maior exposição na imprensa, incerteza econômica em países europeus ou mero faro de que aquele projeto poderia se valorizar). Já a ‘quebra’ subsequente parece ter sido arquitetada, com o Mt. Gox (maior câmbio de bitcoins) tendo sofrido uma série de ataques DDoS que tinham como objetivo justamente a desestabilização do seu serviço e a queda do valor das bitcoins, que puderam ser readquiridas por muito menos e, com o decorrer do tempo, passaram a crescer novamente. Por ser puramente digital, o Bitcoin sofre de ameaças digitais: atualmente, um DDoS pode balançar a economia.
Se para alguns se trata apenas de uma bolha e um esquema para que os usuários antigos ganhem em cima dos novos, outros enxergam no conceito “a ideia mais perigosa da internet” e um potencial para revolucionar o sistema financeiro e criar uma economia paralela, gerida para e por pessoas. O protocolo do dinheiro eletrônico peer-to-peer não depende da confiança em uma autoridade monetária central e permite transações semi-anônimas e quase livres de impostos e taxas, mesmo no caso de envios para o exterior. Em poucos segundos é possível transferir dinheiro para o outro lado do planeta, de uma pessoa para outra, sem a intermediação de bancos ou regulações governamentais. Pode parecer exagero, mas os defensores do Bitcoin defendem que o impacto social e econômico do projeto pode ser comparável ou até maior do que o da própria internet. O objetivo último é transformar a maneira como enxergarmos o que é dinheiro e os canais pelos quais ele é escoado. A ideia é potencialmente disruptiva – em uma sociedade que se organizasse em torno de um conceito financeiro como esse, não existiriam fronteiras ou intermediários entre você e seu capital, e ninguém teria a chave-mestra para a sua conta ou decidiria para quem pode ou não transferir dinheiro. Ao mesmo tempo, ninguém se responsabilizaria no caso de desvios ou problemas quaisquer, assim como nada garante que o valor da moeda se mantenha.
Bitcoins são mais ou menos como o ouro. Como o metal precioso, elas têm que ser ‘garimpadas’ na internet através de usuários de uma aplicação gratuita que libera bitcoins em troca de um esforço computacional na resolução de problemas matemáticos complexos, que ajudam a verificar e divulgar todas as transações. A rede possui um banco de dados que se expande em blocos, que são gerados mais ou menos a cada dez minutos e que contêm todas as transações realizadas – mantendo a privacidade dos usuários, as trocas ficam abertas e podem ser checadas. Trata-se de uma medida de segurança que visa impedir que uma bitcoin seja gasta duas vezes. Com cada bloco sendo gerado com base no anterior, é impossível corromper o sistema e inserir moedas ou transações falsas.
O ‘garimpo’ se dá de forma que a quantidade de fundos disponibilizada é ajustada em uma crescente previsível e controlada – apenas 21 milhões de bitcoins serão criadas, com uma escala pré-definida sobre a liberação delas até 2040 – tudo isso para evitar a versão digital do “basta imprimir mais dinheiro, oras”. Os mineradores são responsáveis por adicionar ‘blocos’ de transações na rede, ganhando por isso uma recompensa em bitcoins. Tecnicamente, qualquer um pode se tornar um minerador e ganhar bitcoins, mas com o tempo os problemas se tornam mais difíceis e apenas equipamentos especializados e de alta capacidade podem ajudar a resolvê-los. Supercomputadores são usados para isso, e assumem o posto de perfuradoras digitais. Hoje em dia, o equipamento para mineração já evoluiu para caros sistemas computacionais adaptados para competir por novas bitcoins, e já é bem difícil que um novato entre no jogo. Da escassez nasce o valor do Bitcoin – assim como o ouro, a demanda é limitada e o esforço para consegui-lo é cada vez maior.
Alguns dias depois do encontro com a comunidade Bitcoin em Londres, adquiri minhas primeiras moedas e comecei a pesquisar como tudo isso funcionava na prática. Adquirir a moeda é relativamente simples, mas todo o processo e suas diferenças para o sistema bancário tradicional podem afastar o leigo. Para quem não tem os conhecimentos técnicos necessários ou o interesse para iniciar uma operação de mineração, pode-se conseguir bitcoins ao vender serviços ou bens e cobrar na moeda, comprá-las de alguém (existem inúmeros sites para isso, como o LocalBitcoins) ou trocar euros ou dólares em câmbios especializados, sendo o maior deles o Mt.Gox, empresa japonesa que processa quase 80% das trocas. Com a popularização, novos e mais práticos meios de receber bitcoins estão sendo desenvolvidos, empresários já trabalham em caixas eletrônicos e também já existe uma versão física do dinheiro eletrônico.
Ao adquirir bitcoins, as moedas ficam arquivadas em uma ‘carteira digital’ no seu computador na forma de códigos de 64 caracteres cada. Uma das maneiras mais simples de consegui-las é com o uso de um processador de pagamentos como o BitInstant, onde você deposita dinheiro e, ao pagar uma pequena taxa, recebe o valor depositado em BTC na sua carteira digital (Bitcoin-QT ou Coinbase são boas opções). Através do programa, é possível arquivar moedas e também mandar e receber de outros, mas vale fazer um adendo: tome cuidado ao escolher as empresas ou pessoas com quem fará negócio em BTC, já que as transações são irreversíveis e a única opção no caso de algum engano é esperar que o outro lado da linha devolva os seus fundos. Se você decidir se aventurar no mundo BTC, também aconselho a leitura mais detalhada dos diversos meios para garantir a segurança da sua carteira.
Para fazer uma transferência, basta declarar a quantia através do programa escolhido, assinar digitalmente com a chave privada dada a cada endereço e digitar também o código daquele que recebe. A transação é então verificada pelos mineradores que, se aceitarem o procedimento, gravam os registros e distribuem por toda a rede. A partir desse momento, o dinheiro já está em posse da outra pessoa, como saldo disponível em sua ‘carteira digital’. Aqui, o minerador funciona como intermediário, mas nunca como regulador da moeda.
Com moedas em caixa e entendendo melhor como tudo isso se dá no mundo real, hora de explorar as origens e o potencial da moeda hacker.
O resto da Materia pode ser liga aqui http://gizmodo.uol.com.btudo-sobre-o-bitcoin/
Rafael Cabral tem 25 anos e é um jornalista interessado na intersecção entre internet e política. Iniciou sua carreira como repórter do caderno Link, n’O Estado de S. Paulo, e desde então já publicou matérias em diversos meios, quase sempre relacionadas a tecnologia. No último ano esteve flanando por Londres, onde conheceu a galerinha maneira do Bitcoin
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Irmãos Winklevoss dizem que Bitcoin pode se tornar moeda de algum país

NOVA YORK, 17 Set (Reuters) - Cameron e Tyler Winklevoss, os irmãos gêmeos que têm sido notícia por seus planos de lançar um fundo Bitcoin, disseram nesta terça-feira acreditar que a moeda digital pode se tornar a moeda oficial de algum país.
"O próximo passo para o Bitcoin é se tornar potencialmente a moeda de um país", disse Tyler Winklevoss.
Os irmãos gêmeos, famosos por sua história com o Facebook, falaram durante um congresso em Nova York.
Menos de três meses depois de iniciar os planos para lançar o Winklevoss Bitcoin Trust, um fundo de índice que permite aos investidores negociar a moeda digital como se fosse ações, os irmãos falaram sobre Bitcoin e sobre o futuro da moeda virtual.
Bitcoins, apontados por alguns especialistas como o futuro do dinheiro, ganharam proeminência durante a crise financeira na Europa, quando aumentaram os questionamentos sobre quão seguro era manter dinheiro no banco.
"Com o Bitcoin não há resgates como os de Chipre", disse Tyler Winklevoss. Os irmãos acrescentaram que esperam ver uma implosão financeira no Chipre nos próximos dois anos, e que esta era uma razão para usar Bitcoin. Nos resgates denominados "bail-ins", credores, incluindo detentores de bônus, amargam baixas contábeis.
Os gêmeos, remadores olímpicos que têm MBA pela Universidade de Oxford, disseram a reguladores em julho que planejam inicialmente vender 20 milhões de dólares em ações, sendo que cada ação valerá uma fração do Bitcoin. Eles disseram que não poderiam dar mais detalhes sobre seu fundo.
Mas falaram sobre quais seriam os benefícios da moeda digital, como enviar mais facilmente e de forma mais barata dinheiro para o exterior, assim como facilitar doações para caridade.
Alguns dos palestrantes, incluindo alguns administradores de importantes hedge funds, falaram sobre suas apostas para investimentos em ações na conferência. Enquanto isso, os irmãos Winklevoss fizeram uma apresentação mais geral sobre a moeda digital, e receberam mais perguntas do que qualquer outro palestrante anterior.
(Reportagem de Svea Herbst-Bayliss)
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¿EL BITCOIN HA MUERTO! CONFERENCIA TALENT LAND 2019 Conferencia “Bitcoin: Commodity Digital” Conferencia - Introduccion al Bitcoin y al BlockChain ... Conferencia BBVA sobre BITCOIN a expertos financieros Conferencia: Bitcoin, economía y realidad global: El dinero

Fizemos uma promoção nas redes sociais no último domingo, por ocasião do dia dos pais. Resolvemos prorrogar o prazo até esta próxima sexta, 12 horas.… P. S. In spring 2018, Blockchain & Bitcoin Conference Kyiv was attended by more than 1000 guests, over 40 companies were engaged in the exhibition area; 36 Ukrainian and foreign speakers were involved in the conference. It was recognized as the country’s largest blockchain event. He also co-founded the Bitcoin Organization of the Philippines, a non-profit SEC registered corp. that aims to promote and protect the industry. In Bitcoin since early 2013. Co-founded SCI (sci.ph) in 2014 and building the ecosystem and infrastructurefor crypto and blockchain adoption for the Philippines. On March 22, 2019, Czech and foreign projects with the implementation of the blockchain and cryptocurrency will be in focus. Experts will share their experience in implementing blockchain technology in public administration (Govtech), the banking system, trading, media, medicine and other areas. Conference participants will discuss all aspects of creating innovative IT products - from the ... There were some awesome Bitcoin speakers, and the conference itself was interesting and content-rich, but it was the overall human experience around it to set it apart from other conferences: great people, great talks, unique mood. Andreas M. Antonopoulos: I've attended LABITCONF many times. It's a well organized, community driven and ...

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¿EL BITCOIN HA MUERTO! CONFERENCIA TALENT LAND 2019

Conferencia sobre el Bitcoin en la Universidad de Valencia. Ponente: @raul_peris. Es una MEGATENDENCIA la criptomoneda aquí un experto. El Sr ALAN COLMENARES del Banco BBVA nos indica lo que está pasando hoy 10 JUNIO 2016 Página #No #Scam #bitcoin #ganar #dinero #internet # ... ¿EL BITCOIN HA MUERTO! CONFERENCIA TALENT LAND 2019 FunOntheRide. Loading... Unsubscribe from FunOntheRide? Cancel Unsubscribe. Working... Subscribe Subscribed Unsubscribe 45.4K. ... Conferencia dada en el mes de Junio de 2017. Hablo sobre cómo funciona la cadena de bloque y las repercusiones que tiene en la economía que vivimos. Para más... Conferencia de Bitcoin y Blockchain junio 2017. Para cursos y señales de inversión http://bitcoinyblockchain.com/ Para minar bitcoins https://hashflare.io/r/...

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